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Noites Pacíficas

Com Carlos Cruz

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A Rádio Clube Marinhense é a emissora do distrito de Leiria com maior audiência no Litoral Centro, segundo uma sondagem da Marktest. O Jornal da Marinha Grande foi saber junto do diretor geral da estação, António José Ferreira, qual o segredo do sucesso.


A RCM é a rádio do distrito de Leiria mais ouvida no Litoral Centro. Como avalia este resultado das audiências?
É o resultado natural de muitos anos de trabalho. De muito trabalho. Ninguém pense que se chega a este patamar por acaso. Desde logo, gostaria de destacar todos aqueles que estiveram no projeto inicial e, se me permitem, recordar dois nomes: Telmo Neto e Fernando Pedro. O primeiro foi gerente comigo da empresa que detém o alvará de radiodifusão da RCM durante alguns anos, o segundo aquele amigo que raramente aparecia mas que estava sempre lá quando necessitávamos da sua lúcida opinião. Portanto, a RCM deve a esses dois homens - e a tantos outros e outras - tudo aquilo que está a conseguir fazer hoje. Sem eles não seria possível liderar o ranking, sendo a rádio do distrito com maior audiência nesta imensa região. Evidentemente que é justa uma palavra aos atuais colaboradores da Rádio Clube Marinhense. Justíssima até porque a RCM não paga um cêntimo a ninguém, incluindo a direção. Este é um projeto de paixão, em que as pessoas se movem pelo prazer da rádio, que só o sente quem o vive.

Na sua opinião, o que poderá distinguir a RCM das outras rádios do distrito de Leiria?
É precisamente esse espírito em que todos trabalham pela causa por gosto e por paixão. Mas não é apenas isso. Tentamos, no dia a dia, passar as melhores músicas, sobretudo portuguesas, ter bons conteúdos e informar. Sempre assumimos ser uma rádio humilde, focados na Marinha Grande, mas este resultado mostra-nos que a nossa emissão é bem recebida fora do concelho e teremos provavelmente que começar a olhar também para os concelhos vizinhos com mais atenção. E é isso que faremos.

Quais os valores e princípios que orientam o trabalho de todos os colaboradores da RCM?
A espontaneidade, a amizade, o prazer de fazer rádio. Até pelo facto de trabalharmos em parceria com o Jornal da Marinha Grande faz com que este seja um projeto, não direi inovador, mas diferente dos demais. É precisamente graças a esses valores que identifiquei que o jornal e a rádio se vão mantendo. Não damos passos maiores que as pernas, somos humildes e assumimos isso como uma realidade. Mas não deixamos de sonhar que podemos ser melhores. E podemos, em vários domínios.

Que influência tem este resultado no trabalho a ser desenvolvido pela RCM? Dará ainda mais motivação?
Dá-nos mais motivação mas sobretudo mais responsabilidades. Queremos mais. Não nos contentamos com este resultado. Como disse atrás, sabemos hoje que saímos das fronteiras da Marinha Grande e vamos ao encontro de outros públicos. Evidentemente que tentaremos continuar a passar as melhores músicas e apostaremos claramente no que se canta em português. A RCM passa mais de 40% de música portuguesa e queremos ir mais além. E começámos já a apostar em jovens cantores locais e o exemplo disso foi a Gala de Jovens Talentos que promovemos recentemente.

Em termos de programação e conteúdos, o que reserva o futuro da RCM?
O futuro nunca foi tão incerto. Tentaremos sempre produzir os conteúdos que as pessoas querem ouvir. Por exemplo, a RCM dará, até 1 de outubro, um amplo destaque às eleições locais. É esse o nosso papel. Estamos a terminar a fase das entrevistas a todos os cabeças de lista e passaremos depois para a fase dos debates. Faremos alguns no exterior dos nossos estúdios, na rua. Penso que o futuro passará por aí, sair mais do espaço interior. Espero que o Município da Marinha Grande, as Juntas de Freguesia e as forças vivas do concelho olhem para a RCM como um parceiro na sua política de comunicação.

No que respeita ao número de ouvintes, é esperado um aumento?
O céu é o limite. Nós sabemos que os hábitos das pessoas mudam de um dia para o outro, mas ninguém tem um programa como as “Noites Pacíficas” e muito menos a nossa capacidade de estar no terreno em poucos minutos. A RCM é única e a sua diversidade faz dela um exemplo para todos nós. É uma marca fortíssima, que todos os marinhenses, vieirenses e moitenses conhecem e que o distrito e todo o Litoral Centro se habituou a ouvir e a gostar. Esta rádio, por incrível que pareça, tem um enorme potencial e conseguiu, ao longo dos anos, reinventar-se.
Eu tenho tido o cuidado de ouvir outras rádios por esse país fora e podem ter a certeza que temos algumas boas rádios, mas a nossa não fica atrás de nenhuma.

Sobre Nós

A Rádio Clube Marinhense nasceu em 1986, na Marinha Grande. Primeiro constituiu-se como Cooperativa e mais tarde foi adquirida pelo Jornal da Marinha Grande, com quem partilha instalações, na Travessa Vieira de Leiria, nº 9, no centro da cidade. RCM e JMG têm um Diretor comum: António José Ferreira.

Contactos

Travessa Vieira de Leiria, 9
2430-276, Marinha Grande
Telefone: 244 502 628
Publicidade: 936 677 889
E-mail: rcm@jornaldamarinha.pt
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